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	<title>AAP - Associação Ateísta Portuguesa</title>
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		<title>Feriado do 05 de Outubro</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 01:19:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AAP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<category><![CDATA[5 de Outubro]]></category>
		<category><![CDATA[Feriado]]></category>
		<category><![CDATA[Implantação da República]]></category>
		<category><![CDATA[Laicidade]]></category>
		<category><![CDATA[primeiro-ministro]]></category>

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		<description><![CDATA[Exmo. Senhor Dr. Pedro Passos Coelho Primeiro-ministro de Portugal pm@pm.gov.pt 4 &#8211; 1200-888 Lisboa Cc. &#8211; Partidos políticos &#160; &#160; Senhor primeiro-ministro Pedro Passos Coelho: A Associação Ateísta Portuguesa (AAP) ficou perplexa com a ameaça do Governo de, após várias tergiversações, regressar à proposta da eliminação do dia 5 de Outubro como feriado nacional. Tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Exmo. Senhor</p>
<p>Dr. Pedro Passos Coelho</p>
<p>Primeiro-ministro de Portugal</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="mailto:pm@pm.gov.pt">pm@pm.gov.pt</a></span></span></p>
<p><strong>4 &#8211; 1200-888 Lisboa </strong></p>
<p><strong>Cc. &#8211; </strong>Partidos políticos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Senhor primeiro-ministro Pedro Passos Coelho:</p>
<p>A Associação Ateísta Portuguesa (AAP) ficou perplexa com a ameaça do Governo de, após várias tergiversações, regressar à proposta da <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&amp;id_news=555402" target="_blank">eliminação do dia 5 de Outubro como feriado nacional</a></span></span>.</p>
<p>Tão grave como o atentado à memória histórica da matriz do nosso regime é a cedência de um estado constitucionalmente laico à chantagem eclesiástica da religião particular que a democracia tem injustamente cumulado de privilégios.</p>
<p>Não foi na defesa dos trabalhadores que a Igreja católica exerceu a chantagem, foi na manutenção de um feriado que assinala a improvável <em>Assunção de Nossa Senhora ao Céu</em>, evento de que se desconhece a data, o itinerário e o meio de transporte.</p>
<p>A direção da AAP, certa de interpretar o sentir das centenas dos seus sócios e de muitos portugueses (céticos, agnósticos, livres-pensadores, crentes de várias religiões e, até de católicos a quem repugna ver Portugal transformado num protetorado do Vaticano), repudia a ingerência clerical na política do Estado português bem como a cedência deste à arrogância da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP).</p>
<p>Assim, a AAP apela ao Governo para que reconsidere o ato de genuflexão perante a CEP, ato incompatível com a natureza laica do Estado.</p>
<p>Certa de que o bom senso imperará, a AAP aguarda que o sentido de Estado de V. Ex.ª se sobreponha à beata cedência ao proselitismo religioso e que a paz religiosa não seja perturbada pela a humilhação do Estado de Direito.</p>
<p>Confiando na manutenção do feriado de 5 de Outubro e na perpetuação da homenagem aos heróis da Rotunda,</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apresentamos os nossos cumprimentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Direcção da <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.aateistaportuguesa.org/">Associação Ateísta Portuguesa</a></span></span> – Odivelas, 27 de Janeiro de 2012</p>
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		<title>Carta ao primeiro-ministro</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 14:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AAP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<category><![CDATA[Concordata]]></category>
		<category><![CDATA[ICAR]]></category>
		<category><![CDATA[imposto]]></category>
		<category><![CDATA[primeiro-ministro]]></category>

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		<description><![CDATA[Senhor primeiro-ministro Pedro Passos Coelho: A Associação Ateísta Portuguesa (AAP) sempre considerou desnecessária a concordata assinada entre a Santa Sé e a República Portuguesa, no dia 18 de Maio de 2004, e acha-a lesiva dos interesses nacionais nos privilégios que confere à Igreja. A isenção do IMI sobre o património, bem como do imposto sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: medium;">Senhor primeiro-ministro Pedro Passos Coelho:</span></strong></p>
<p>A Associação Ateísta Portuguesa (AAP) sempre considerou desnecessária a concordata assinada entre a Santa Sé e a República Portuguesa, no dia 18 de Maio de 2004, e acha-a lesiva dos interesses nacionais nos privilégios que confere à Igreja.</p>
<p>A isenção do IMI sobre o património, bem como do imposto sobre os rendimentos da Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR), são uma ofensa aos portugueses que sofrem as sucessivas medidas de austeridade.</p>
<p>O acordo assinado pelo Governo português com a <em>troika</em> previu um aumento expressivo do imposto sobre o património (IMI) até 2012, aumento que consta do OE 2012, ora em discussão, para ser aprovado na A. R., ampliando a imoralidade da isenção da ICAR.</p>
<p>A isenção de impostos sobre rendimentos e bens da Igreja é um privilégio que prejudica tanto os católicos, a quem cabe sustentar o culto, como os crentes de outras religiões e os não crentes, todos sacrificados de forma mais pesada com as contribuições exigidas pelo Estado para poder isentar uma confissão religiosa.</p>
<p>Em face do exposto, na certeza de defender os interesses dos portugueses, a AAP, na impossibilidade de ver denunciada a Concordata, vem junto de V. Ex.ª solicitar a caducidade do seu art. 26 que concede total isenção sobre os rendimentos e bens da ICAR, e pedir a inclusão desta confissão religiosa, por razões de equidade, no esforço fiscal a que os portugueses estão sujeitos.</p>
<p>O pagamento do IMI pela Igreja católica, com um imenso património imobiliário, não é um acto anticlerical, é uma acção de justiça social que a própria devia reivindicar.</p>
<p>Esperando que o OE 2012 venha a contemplar este elementar acto de justiça, a AAP apela ao Governo e aos partidos políticos para que um módico de equidade abranja a Igreja católica, única que, segundo é do nosso conhecimento, beneficia de tão injusto privilégio.</p>
<p>A AAP apresenta a V. Excelência os melhores cumprimentos .</p>
<p align="JUSTIFY">
<p align="JUSTIFY">Direcção da <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.aateistaportuguesa.org/">Associação Ateísta Portuguesa</a></span></span> – Odivelas, 25 de Novembro de 2011</p>
<p align="JUSTIFY">
<p><strong><br />
</strong></p>
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		<title>Sacramentos de iniciação cristã na GNR</title>
		<link>http://www.aateistaportuguesa.org/2011/10/10/sacramentos-de-iniciacao-crista-na-gnr/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 19:53:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AAP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<category><![CDATA[GNR]]></category>
		<category><![CDATA[MAI]]></category>

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		<description><![CDATA[Exmo. Senhor Ministro da Administração Interna Dr. Miguel Macedo &#160; Cc. Comissão da Liberdade Religiosa Senhor Ministro: &#160; A Associação Ateísta Portuguesa (AAP) ficou perplexa com a seguinte notícia: «Mais de 50 dos 401 jovens e adultos que estão a realizar o curso de formação para a Guarda Nacional Republicana (GNR), em Portalegre, inscreveram-se para receber [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Exmo. Senhor</strong></p>
<p><strong>Ministro da Administração Interna</strong></p>
<p><strong>Dr. Miguel Macedo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Cc. Comissão da Liberdade Religiosa</span></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><br />
</span></p>
<p>Senhor Ministro:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Associação Ateísta Portuguesa (AAP) ficou perplexa com a seguinte notícia: <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?tpl=&amp;id=87606">«Mais de 50 dos 401 jovens e adultos que estão a realizar o curso de formação para a Guarda Nacional Republicana (GNR), em Portalegre, inscreveram-se para receber os sacramentos de iniciação cristã: baptismo, confirmação e eucaristia</a></span></span>».</p>
<p>Claro que onde está escrito «cristã» deve ler-se «católica». Surpreende esta onda de fé que percorreu os recrutas da GNR, este chamamento divino antes das classificações do curso, mas adivinhamos a astúcia pia.</p>
<p>Se não estivessem a ser catequizados pelos capelães e o bispo, este com a patente de major-general, todos pagos pelo erário público, e se os futuros soldados da GNR não temessem pelos empregos se recusassem o incenso e a água benta , a onda de fé talvez não os tivesse atingido.</p>
<p>A AAP lamenta que o comandante-geral da GNR tenha considerado a cerimónia litúrgica uma forma de «continuidade» à aprendizagem dos candidatos. Ficamos sem saber se a Sé de Portalegre passou a ser caserna da GNR ou se o quartel da GNR se transformou na sacristia da Sé.</p>
<p>A propaganda religiosa e, quiçá, a coacção psicológica sobre quem está a ser avaliado para um emprego, são inaceitáveis. Violam a ética, a independência e a dignidade de um estado laico, bem como a liberdade religiosa.</p>
<p>Em face do exposto, a Associação Ateísta Portuguesa, solicita ao Sr. Ministro que se digne informar esta associação se a violação grosseira da ética e da liberdade religiosa teve o aval do ministério que tutela e, caso contrário, como pensa evitar a reincidência.</p>
<p>Aguardando resposta, apresentamos-lhe os nossos melhores cumprimentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pel’a Direcção da <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.aateistaportuguesa.org/">Associação Ateísta Portuguesa</a></span></span> – Odivelas, 10 de Outubro de 2011</p>
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		<title>Crucifixos nos edifícios públicos</title>
		<link>http://www.aateistaportuguesa.org/2011/03/19/crucifixos-nos-edificios-publicos/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Mar 2011 00:01:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AAP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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		<category><![CDATA[Laicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Europeu dos Direitos Humanos]]></category>

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		<description><![CDATA[A Associação Ateísta Portuguesa (AAP), regozijou-se em Novembro de 2009, com a decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, em Estrasburgo, proibindo os crucifixos nas escolas, considerando-os susceptíveis de perturbarem &#8220;as crianças de outros credos&#8221; e tendo, por isso, condenado a Itália. A AAP vê agora, com perplexidade, o mesmo tribunal, perante o recurso italiano, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Ateísta Portuguesa (AAP), regozijou-se em Novembro de 2009, com a decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, em Estrasburgo, proibindo os crucifixos nas escolas, considerando-os susceptíveis de perturbarem &#8220;as crianças de outros credos&#8221; e tendo, por isso, condenado a Itália.</p>
<p>A AAP vê agora, com perplexidade, o mesmo tribunal, perante o recurso italiano, revogar a doutrina que defendia a laicidade e a liberdade religiosa, sem privilégios para qualquer confissão e sem que os Estados se imiscuíssem sobre assuntos que pertencem ao foro individual. O TEDH considerou então – bem – a presença de crucifixos nas escolas «contrário ao direito dos pais de educarem os filhos de acordo com as suas convicções» e «ao direito das crianças à liberdade religiosa e de pensamento».</p>
<p>A exibição de símbolos religiosos particulares em edifícios públicos é tão inadmissível como seria a exibição do busto da República nas igrejas. Ignora o princípio da liberdade religiosa, a igualdade dos cidadãos e a separação do Estado e das Igrejas.</p>
<p>Deixar ao arbítrio dos Estados cuja Constituição é omissa em relação à imposição da laicidade (o que não é o caso da CRP) é estimular o proselitismo religioso e permitir a chantagem das confissões melhor instaladas nos aparelhos de Estado.</p>
<p>A Associação Ateísta Portuguesa repudia e lamenta uma decisão jurídica que abre espaço ao regresso das lutas religiosas numa Europa herdeira do Iluminismo, num espaço de liberdade onde as querelas religiosas foram ultrapassadas, depois de muitas lutas, com a separação dos Estados e das Igrejas.</p>
<p>Numa altura em que o proselitismo dos diversos credos assume níveis perigosos de confronto, é um retrocesso civilizacional estimular querelas ultrapassadas e abrir uma crispação que só a laicidade consegue conter.<span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="../../../../../"><br />
</a></span></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="../../../../../">Associação Ateísta Portuguesa</a></span></span> – Odivelas, 18 de Março de 2011</p>
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		<title>Censos 2011</title>
		<link>http://www.aateistaportuguesa.org/2011/03/14/censos-2011/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 15:01:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AAP</dc:creator>
				<category><![CDATA[AAP]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Censos]]></category>
		<category><![CDATA[sem religião]]></category>

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		<description><![CDATA[A Associação Ateísta Portuguesa (AAP) observa, há muito, a falta de rigor e o exagero com que as diversas religiões manipulam o número dos seus crentes, em especial a Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR), para propaganda e obtenção de privilégios. Seria inócuo o abuso dos números se não fossem usados para pressões sobre os Governos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">A Associação Ateísta Portuguesa (AAP) observa, há muito, a falta de rigor e o exagero com que as diversas religiões manipulam o número dos seus crentes, em especial a Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR), para propaganda e obtenção de privilégios.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Seria inócuo o abuso dos números se não fossem usados para pressões sobre os Governos e a obtenção de benefícios indevidos, que roçam a imoralidade na nomeação discricionária de professores de Religião, em benefícios fiscais, na captura do ensino, saúde e assistência, em condições de privilégio face a outros grupos de cidadãos, num excesso que compromete a laicidade a que o Estado está constitucionalmente obrigado.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Aproximando-se o censo de 2011, e sendo esta operação a única que permite a contagem oficial do número de crentes de cada religião, para fins meramente estatísticos, como é justo, a AAP apela a todos os ateus, cépticos, agnósticos e livres-pensadores para que assinalem a sua condição de cidadãos «sem religião». Evita-se assim que as religiões exagerem o número de crentes que reivindicam, incluindo os que, por tradição familiar ou coacção social, foram baptizados e inscritos numa religião em que não acreditam.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">No questionário individual, a pergunta 36 [R<strong>esposta Facultativa </strong>(Decreto-Lei n.º 226/2009 de 14 de Setembro)] pede para se indicar a religião, destinando a <strong>casa n.º 8</strong> para assinalar «<strong>Sem Religião</strong>». Para defesa da verdade e correcção da falsidade dos números, a AAP reitera o seu pedido para que todos, crentes ou não, respondam com honestidade à referida pergunta.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">A Associação Ateísta Portuguesa solicita a divulgação deste comunicado à Comunicação Social e pede a todos os portugueses o empenhamento cívico no censo de 2011.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><a href="../../../../../">Associação Ateísta Portuguesa</a> – Odivelas, 14 de Março de 2011</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Serviço Nacional de Religião</title>
		<link>http://www.aateistaportuguesa.org/2010/11/29/servico-nacional-de-religiao/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 19:33:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AAP</dc:creator>
				<category><![CDATA[AAP]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Jorge]]></category>
		<category><![CDATA[Ministra]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Nacional de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SNS]]></category>

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		<description><![CDATA[A Associação Ateísta Portuguesa (AAP) vem por este meio alertar para as intenções expressas pela Ministra da Saúde, Ana Jorge, no Encontro Nacional da Pastoral da Saúde que decorre em Fátima. Defende a Sra. Ministra que compete ao Estado garantir a “assistência espiritual” aos doentes atendidos em casa pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS). A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Ateísta Portuguesa (AAP) vem por este meio alertar para as <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?&amp;id=82832">intenções expressas pela Ministra da Saúde</a></span>, Ana Jorge, no Encontro Nacional da Pastoral da Saúde que decorre em Fátima. Defende a Sra. Ministra que compete ao Estado garantir a “assistência espiritual” aos doentes atendidos em casa pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS). A AAP opõe-se a tal medida pela ingerência estatal em matérias do foro privado, pelo encargo adicional ao SNS, e por ferir o bom senso, um recurso especialmente precioso em tempos difíceis como os que vivemos.</p>
<p>A assistência religiosa, também denominada espiritual por quem assume a existência de espíritos, é um direito individual que a AAP reconhece e defende. Mas é parte integrante da vida das pessoas, e não uma técnica terapêutica. Nenhum médico vai receitar duas doses de Budismo para a garganta inflamada ou uma semana de Cientologia para tratar uma entorse. A quantidade e tipo de religião que cada um toma, se alguma quiser, não é função nem do tratamento nem da doença. Resulta apenas das suas preferências pessoais.</p>
<p>Além disso, qualquer religião que o seja vê no sacerdócio uma vocação e não um serviço remunerado. A assistência religiosa faz parte da relação pessoal entre o crente e a sua comunidade religiosa, e é nesse contexto que deve ser prestada. Assim, a Sra. Ministra propõe a solução errada para um problema que nem sequer existe, pois nada impede que os doentes recebam apoio religioso em suas casas. Afinal, muitas religiões vão a casa das pessoas mesmo quando ninguém lhes pede que o façam. Com certeza também irão a casa ou ao hospital consolar os crentes que o queiram sem que o Estado tenha de pagar a deslocação e o serviço.</p>
<p>É também falsa a afirmação da Sra. Ministra que a assistência religiosa não interfere na assistência médica. É falsa porque os recursos são escassos. Quando um número crescente de portugueses não consegue sequer comprar os medicamentos de que precisa, é óbvio que os ordenados dos sacerdotes nos custam em saúde. Isto tanto para o plano de pagar do erário os serviços religiosos porta-a-porta, como para os sacerdotes que, em hospitais por todo o país, já hoje subtraem o seu ordenado a um orçamento que nem para medicamentos chega.</p>
<p>Finalmente, a religião é um assunto pessoal. Não é à burocracia ministerial que compete decidir que religiões são subsidiadas, quanto cada uma recebe, em que zonas há subsídios para esta ou aquela e assim por diante. A AAP condena este novo plano da Ministra da Saúde, bem como a situação lamentável das capelanias hospitalares, por fingir resolver um problema que não existe, pela intromissão indevida do Estado numa matéria tão pessoal e pelo desperdício inaceitável de recursos escassos.</p>
<p><strong>*</strong> Texto de Ludwig Krippahl,Vice-presidente da AAP, aprovado pela Direcção da AAP</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="../../../../../">Associação Ateísta Portuguesa</a></span> – Odivelas, 27 de Novembro de 2010</p>
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		<title>Carta ao MNE. Discurso do novo embaixador no Vaticano</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 12:56:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AAP</dc:creator>
				<category><![CDATA[AAP]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<category><![CDATA[embaixador]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Amado]]></category>
		<category><![CDATA[ministério dos negócios estrangeiros]]></category>
		<category><![CDATA[ministro]]></category>
		<category><![CDATA[vaticano]]></category>

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		<description><![CDATA[Senhor Ministro Dr. Luís Amado: A Associação Ateísta Portuguesa (AAP) ficou perplexa e indignada com o teor do recente discurso de apresentação das Cartas Credenciais do novo Embaixador de Portugal junto do Vaticano que, no nosso entendimento, aproveitou a ocasião para exprimir a sua subserviência e devoção pessoal à Igreja em desrespeito do seu dever [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Senhor Ministro Dr. Luís Amado:</p>
<p>A Associação Ateísta Portuguesa (AAP) ficou perplexa e indignada com o teor do recente <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?&amp;id=82151">discurso de apresentação das Cartas Credenciais do novo Embaixador de Portugal junto do Vaticano</a></span> que, no nosso entendimento, aproveitou a ocasião para exprimir a sua subserviência e devoção pessoal à Igreja em desrespeito do seu dever de representar este país laico e soberano.</p>
<p>Assim, a AAP vem junto de V. Ex.ª solicitar que se digne informá-la se o discurso do Sr. Embaixador representa o pensamento do Governo ou se, pelo contrário, foi um discurso que merece a reprovação do Governo de Portugal, por se apresentar o Sr. Embaixador como «o intérprete da arreigada devoção filial do Povo Português à Igreja e a [Sua] Santidade», ignorando o pluralismo ideológico, os princípios de liberdade religiosa, e uma boa parte da população do País que o Sr. Embaixador foi incumbido de representar.</p>
<p>Para o Sr. Embaixador pode ter sido a maior honra pessoal e profissional da sua vida dirigir-se ao «Beatíssimo Padre», mas o embaixador Fernandes Pereira não foi nomeado para representar um grupo de peregrinos. Portugal é um Estado laico, não um protectorado do Vaticano, e muitos portugueses reprovam o mal que as políticas de cariz teológico desta Igreja têm feito à humanidade, nos países onde a SIDA dizima populações, nas posições em relação à contracepção e planeamento familiar, à saúde reprodutiva da mulher, à sexualidade e à igualdade de direitos entre os sexos.</p>
<p>A alegada emoção do Sr. Embaixador com a canonização de D. Nuno Álvares Pereira também não é partilhada por muitos portugueses que, uns pela sua descrença e outros pela sua crença, consideram que declarar milagrosa a cura do olho esquerdo da D. Guilhermina de Jesus, queimado com uns salpicos de óleo de fritar peixe, é uma decisão pouco digna e menos justificável ainda. A AAP reconhece ao Sr. Embaixador o direito de ter a sua opinião acerca desta matéria, mas exige de um Embaixador de Portugal que represente o seu País e não apenas a sua opinião pessoal.</p>
<p>O discurso do Sr. Embaixador ofende muitos portugueses pela linguagem beata e a falta de pudor com que, em ano do Centenário da República, humilhou todos os que dispensam a bênção papal. Ateus, agnósticos, cépticos, crentes de outras religiões, e talvez até alguns católicos, repudiam o pedido que, em nome destes todos, o Embaixador dirige ao Papa para «que paternalmente se digne abençoar Portugal, os Portugueses e os seus Governantes». A prédica foi uma oração rezada de joelhos em nome de Portugal, um acto de vassalagem  individual que fere a consciência de muitos portugueses que o Sr. Embaixador tem a obrigação de representar.</p>
<p>Obrigando a Constituição da República Portuguesa à separação do Estado e das Igrejas, é difícil acreditar que tão insólito discurso tenha sido proferido em nome do Estado Português mas, a esse respeito, gostaria esta associação (AAP) de conhecer o pensamento do Sr. Ministro da tutela.</p>
<p>Aguardando a resposta de V. Ex.ª,</p>
<p>Apresentamos-lhe os nossos melhores cumprimentos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="../../../../../">Associação Ateísta Portuguesa</a></span> – Odivelas, 31 de Outubro de 2010</p>
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		<title>OE 2011 &#8211; Benefícios fiscais à ICAR</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 00:20:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AAP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[estado]]></category>
		<category><![CDATA[ICAR]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento]]></category>

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		<description><![CDATA[A Associação Ateísta Portuguesa (AAP), na sequência da separação constitucional do Estado e das Igrejas e na defesa da laicidade daí decorrente, nunca se conformou com os benefícios fiscais concedidos em 1990 à Igreja católica e a sua extensão em 2001 às instituições religiosas não católicas e às instituições particulares de solidariedade social (IPSS), instrumentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Ateísta Portuguesa (AAP), na sequência da separação constitucional do Estado e das Igrejas e na defesa da laicidade daí decorrente, nunca se conformou com os benefícios fiscais concedidos em 1990 à Igreja católica e a sua extensão em 2001 às instituições religiosas não católicas e às instituições particulares de solidariedade social (IPSS), instrumentos de poder e de financiamento habitualmente ao serviço das diversas confissões religiosas.</p>
<p>Perante a crise em curso, a proposta de Orçamento do Estado (OE) de 2011 pretende retirar – e bem – os benefícios fiscais, que jamais deviam ter sido concedidos, às instituições religiosas não católicas. O que deixa a AAP perplexa e indignada é que se mantenham ainda os benefícios fiscais que privilegiam a Igreja católica.</p>
<p>Mantendo esta situação injusta e injustificável, o Governo acrescenta à deplorável genuflexão perante a Igreja Católica a discriminação para com todas as outras confissões religiosas. A injustiça ganha agora geometria variável, com o Estado laico a usar poder discricionário a favor de uma das confissões que disputam o mercado da fé, sem respeitar dois princípios constitucionais: o da igualdade e o da separação entre o Estado e as Igrejas.</p>
<p>A AAP acompanha no espanto e indignação todas as confissões religiosas não católicas e comunidades religiosas radicadas no país, bem como os institutos de vida consagrada e outros institutos que a prevista revogação dos artigos 65º da Lei de Liberdade Religiosa e 2º do Decreto-Lei n.º 20/90 remete para uma situação de desigualdade. É inadmissível que a proposta do OE 2011, pedindo tantos sacrifícios a todos os portugueses, ainda assim mantenha o Estado obrigado «à restituição do imposto sobre o valor acrescentado correspondente às aquisições e importações efectuadas por instituições da Igreja Católica», para fins religiosos, ao abrigo do  Artigo 1º do Decreto-Lei n.º 20/90, cirurgicamente preservado nesta proposta.</p>
<p>Assim, a AAP reivindica a revogação do Decreto-Lei nº 20/90, pondo fim aos benefícios fiscais concedidos à Igreja Católica e repondo a igualdade não só entre as confissões religiosas mas também a igualdade entre todos os cidadãos, sejam leigos ou padres, deixando aos crentes o ónus da sustentação do culto sem o fazer recair sobre todos os que não se revêem nessa religião: ateus, agnósticos, cépticos e crentes de outras religiões a quem não cabe custear o proselitismo da religião que se reclama dominante.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="../../../../../">Associação Ateísta Portuguesa</a></span> – Odivelas, 25 de Outubro de 2010</p>
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		<title>Carta ao Núncio Apostólico</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 11:38:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AAP</dc:creator>
				<category><![CDATA[AAP]]></category>
		<category><![CDATA[apostólico]]></category>
		<category><![CDATA[bento xvi]]></category>
		<category><![CDATA[carta]]></category>
		<category><![CDATA[nazismo]]></category>
		<category><![CDATA[núncio]]></category>

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		<description><![CDATA[Senhor Núncio Apostólico A Associação Ateísta Portuguesa (AAP) deplora que Bento XVI, na sua visita ao Reino Unido, tenha criticado o que chama «extremismo ateu» e estabelecido conexões entre o ateísmo e o nazismo. A AAP não nega ao Papa o direito de condenar o ateísmo mas recusa a falta de verdade do alegado «extremismo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Senhor Núncio Apostólico</p>
<p>A Associação Ateísta Portuguesa (AAP) deplora que Bento XVI, na sua visita ao Reino Unido, tenha criticado o que chama «extremismo ateu» e estabelecido conexões entre o ateísmo e o nazismo.</p>
<p>A AAP não nega ao Papa o direito de condenar o ateísmo mas recusa a falta de verdade do alegado «extremismo ateu» quando é tão condescendente para com o anti-semitismo da Fraternidade Sacerdo-tal São Pio X (FSSPX) que, de excomungada passou a ser uma referência para o regresso ao rito tri-dentino da liturgia católica.</p>
<p>O cardeal alemão Walter Kasper, ex-chefe do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos, foi afastado do séquito papal ao acusar o Reino Unido de pertencer ao Terceiro Mundo, irritado com o seu carácter secular e pluralista, ao ponto de a Cúria ter de se retractar e afirmar tratar-se de uma opinião meramente pessoal.</p>
<p>Quanto à associação entre o ateísmo e o nazismo devia o pontífice lembrar-se de quem ofereceu a Hitler os certificados de baptismo para mais facilmente identificar os judeus em vez de lançar lama sobre quem não acredita em Deus.</p>
<p>A carga emotiva, que o nazismo justamente desperta, torna mais grave a difamação dos ateus quando o chefe da Igreja católica insinua que foi o ateísmo que conduziu ao crime os nazis.</p>
<p>Não sendo os ateus prosélitos, não deixam de ser irónicas as acusações de quem deseja converter o mundo ao deus da Igreja católica.</p>
<p>Assim, a AAP solicita ao Sr. Núncio Apostólico que transmita ao Vaticano a profunda indignação e revolta com as afirmações caluniosas de Bento XVI a respeito do ateísmo.</p>
<p>Apresentamos-lhe, senhor Núncio Apostólico, os nossos cumprimentos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="../../../../../">Associação Ateísta Portuguesa</a></span>, 18 de Setembro de 2010</p>
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		<title>Novo livro de Stephen Hawking</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 17:25:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AAP</dc:creator>
				<category><![CDATA[AAP]]></category>
		<category><![CDATA[carta]]></category>
		<category><![CDATA[deus]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[stephen hawking]]></category>
		<category><![CDATA[universo]]></category>

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		<description><![CDATA[A Associação Ateísta Portuguesa não pode deixar de congratular-se com a afirmação do eminente cientista inglês, Stephen Hawking, de que não há espaço para Deus nas teorias sobre a criação do Universo. O cientista usado pelas Igrejas para mostrar que, à falta de argumentos, as crenças têm quem as defenda, exibiam a sua enorme inteligência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Ateísta Portuguesa não pode deixar de congratular-se com a  afirmação do eminente cientista inglês, Stephen Hawking, de que não há  espaço para Deus nas teorias sobre a criação do Universo.</p>
<p>O cientista usado pelas Igrejas para mostrar que, à falta de  argumentos, as crenças têm quem as defenda, exibiam a sua enorme  inteligência com a beata insinuação de que os ateus não estavam à sua  altura, como se isso provasse a existência do deus criado pelos homens e  à custa do qual vivem as religiões.</p>
<p>A afirmação de que o Big Bang foi apenas uma consequência das leis  da Física sem qualquer papel de Deus, deixa os vendedores de ilusões  mais sós. A teoria do professor Stephen Hawking surge no seu novo livro,  intitulado The Grand Design, e contraria as posições assumidas  anteriormente pelo cientista, que chegou a defender que a crença num  Criador não era incompatível com a Ciência, num livro publicado em 1988.</p>
<p>A AAP reitera a sua satisfação pela conclusão de Stephen Hawking a  respeito do Big Bang e subscreve as palavras de outro grande cientista e  referência dos ateus, Richard Dawkins, a esse respeito: «Obrigado  Hawking. Disseste alto e bom som o que todos nós já repetimos sem fim:  deus não faz parte da explicação do mundo em que vivemos».</p>
<p>Saudações ateístas.</p>
<p>Carlos Esperança</p>
<p>Presidente da AAP</p>
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